Esquema desviava cerca de 100 armas por ano para facção no Amapá, diz delegado
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“Essas armas elas passam um período de tempo no depósito e posteriormente são encaminhadas ao Exército para a destruição. Ele simulava essas armas como se fossem outras, promovendo a destruição e retirando aquelas armas mais novas que pudessem ser usadas pelos criminosos. Então ele simulava a entrada de armas que não eram as que efetivamente entraram, para que fossem destruídas no mesmo instante ele retirava essa arma repassando-a para, para a facção”, explicou o Delegado Estefano Santos, titular da Draco.